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Um poema jurídico!

Apaixonado pela nova juíza da comarca, o advogado dirigiu-lhe a seguinte petição inicial:

*Eu, bacharel em direito*
*conforme a lei em vigor,*
*venho com todo o respeito*
*requerer o seu amor.*

*Meu coração tem urgência*
*e, não podendo esperar,*
*peço que Vossa Excelência*
*me conceda a liminar.*

*Caso eu a tenha ofendido*
*com a inépcia do pedido,*
*rogo pelo amor de Deus:*

*Se me faltou algum tato,*
*prenda-me por desacato,*
*mas prenda nos braços seus.*

Prontamente, a magistrada despachou:

*Em toda a minha carreira*
*como juíza de direito,*
*nunca vi tanta besteira*
*nem tamanho desrespeito.*

*Minha conduta moral*
*é lei que não se revoga*
*nem com sustentação oral*
*debaixo da minha toga.*

*Por isso, ilustre advogado,*
*seu pedido tresloucado*
*indefiro nesta liça.*

*Depois, com a noite em curso,*
*eu aguardo o seu recurso em segredo de justiça.*

Danada!
hehehe

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